E é Páscoa novamente
Achava que este ano iria ser diferente, mas afinal a crise existencial "pascual" chegou hoje.
Achava que este ano iria ser diferente, mas afinal a crise existencial "pascual" chegou hoje.
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Filipa Moreira
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11:58 p.m.
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A verdade que tão bem conheço. A verdade que me perturba e me impede de fazer o que quer que seja convenientemente. Bem que já devia estar habituada. Mas é mais forte do que eu. Impossível resistir. Impossível ser indiferente.
Impossível fazer de conta que aquele cheiro não chega até mim. não se limita a ficar-se pelas narinas, passando directamente ao cérebro. E o cérebro começa a divagar, a pular de pensamento em pensamento. Todos eles com algo comum: em nada se relacionam com o que seria suposto estar a fazer. Todos eles me transportam para lugares diferentes, bem diferentes, do actual, para experiências novas, para caminhos que continuo sem saber se quero percorrer.
Estupidamente, continuo a rir. Continua a existir um interruptor que se acciona com pequenas coisas, coisas insignificantes para o mundo e para os Homens. E quando está on é sempre assim. Até parece que o mundo é mais perfeito, ou sou eu mais imperfeita. de qualquer forma, tenho sempre desculpa para poder errar.
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Filipa Moreira
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7:13 p.m.
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Sempre que se coloca a hipótese de haver vida fora do Planeta Terra, pensamos sempre que essa vida é inteligente e estão sempre mais evoluídos do que nós. E se a realidade for diferente? Adorei o filme Planeta 51. A ideia de ver as coisas ao contrário.
Uma população de um planeta inteiro com a ideia de que o Universo é comporto por cerca de 500 corpos celestes, que inclusive gozam com o único ser do planeta que está certo nessa temática; apesar de ainda assim estar muito muito longe daquilo que hoje conhecemos e temos como correcto.
E um dia chega lá um humano e tudo fica de pernas para o ar. Mas na maioria das vezes que imaginamos/abordamos este tema o cenário é sempre: estamos a ser atacados.
E porque não fazermos um filme onde sejamos visitados e visitemos outros seres para, por exemplo, tomar chá?
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Filipa Moreira
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5:48 p.m.
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Infinito como o mar, como o céu e o universo. Infinito como o horizonte e como o ser. Infinito como a percepção e como a vontade. A vontade que tudo pode e que tudo deveria puder. A vontade que é maior do que eu, do que tu, do que todos nós.
O ser é, por natureza, rebelde, insatisfeito e inconformado. Rebelde porque não aceita as amarras que a vida lhe tenta impor. Rebelde porque assim é e assim deve ser.
Insatisfeito porque o desejo de ter mais e de ser mais é maior do que tudo e todos e é maior do que a sua essência. Insatisfeito porque, lá bem no fundo, sabe que tem todo o potencial para ser o todo de tudo que o rodeia.
Inconformado porque é rebelde e insatisfeito. Inconformado porque tudo pode ser diferente, e porque tudo é diferente do que deveria ser, mas não importa porque pode ser que um dia seja.
Quer dizer, bem vistas as coisas, o mar, o céu e o universo são finitos, mas talvez tudo o resto não seja...
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Filipa Moreira
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10:02 p.m.
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Tudo bem. Aceito que me digam que a vida por si só já é bastante estranha...
Quantos já se pararam a si mesmos de abrir uma pesquisa no google? Mesmo estando sozinhos. Fugindo de si mesmos e da sua vontade. Aconteceu-me. Acontece-me ultimamente com mais frequência do que seria desejado. Sempre o mesmo tema, ou algo a si relacionado. Sempre a vontade de querer saber mais contra a vontade de não atirar mais lenha para uma fogueira que já arde há tempo demais e nunca deveria ter sido acesa. Olho para as suas chamas e vejo as imagens de todas as bruxas nelas queimadas. A igreja dizia acreditar que através do fogo se purifica. Se assim for, neste momento podem tratar-me por deus, porque tenho em mim toda a pureza do mundo.
A velha guerra ancestral, anterior a mim, anterior à minha espécie, de uma vontade contra a outra. Uma vontade de querer gostar de algo, contra a vontade de nem me aproximar porque já sei que não gosto e não vou gostar, mas se gostasse iria odiar. E nem sei bem o que faço ou o que falta, porque falta tanto e tanto e, para piorar, as pequenas coisas dão a ilusão de que estamos quase lá. Como se apenas o facto de uma borboleta existir fosse o suficiente para acreditar na beleza do mundo.
Só que o mundo não é belo, nem as suas coisas ou as suas gentes. É feio e tudo me deixa irritada, como os barulhos dos objectos do dia-a-dia que ouço neste momento mas não deveria ouvir. Irrita-me a falta de controlo, a falta de segurança e a falta de uma vontade só, que não me dividisse em mil numa apenas. irrita-me estar aqui sentada a escrever sobre estas coisas, que deveriam passar-me ao lado, mas que me tocam, nas quais eu toco, mesmo sem querer, querendo com a outra vontade (que parece ter vindo a ser a mais forte).
Irrita-me. Irritam-me. Será que o tempo apaga tudo? Ou será que apenas enterra, sobre as suas areias, areias essas que com a chegada dos ventos do Outono, se afastam e voltam a deixar a descoberto a ferida mal sarada (não sarada de todo)?
Feridas que não queremos, mas que fazemos a nós próprios com os punhais daquilo a que muitos chamam inteligência humana, mas que para mim não passam de tretas. Feridas abertas, sangrentas, sangradas. Que um dia irão fechar.
Mas se não fecharem, um dia, iremos gangrenar. De dentro para fora.
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Filipa Moreira
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8:14 p.m.
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Deixem-me estudar Fazer aquilo que me faz feliz E que no fundo foi sempre o que eu fiz Com humildade ontem, hoje e sempre Deixem-me estudar De madrugada acordar a sorrir E adormecer a gostar mais de mim O resto é me indiferente.
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Filipa Moreira
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4:47 p.m.
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Às vezes até parece que não faço mais nada da minha vida que não seja renovar coisas antigas. Devia ter seguido carreira no Restauro...
Mas quero acreditar que desta é de vez... Algum dia haveria de ser e porque não hoje? Como nas frases Nicola: "Um dia vou conseguir fazer tudo aquilo a que me proponho. Hoje é o dia" XD
Agora a sério. Tenho até ao final do mês para ter o site pessoal funcional. (com ou sem o tipo de letra que eu amo)
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Filipa Moreira
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6:51 p.m.
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Que raiva!!!!!!
Só me apetece partir os dentes a alguém...
É impressionante. Uma pessoa tem a necessidade de alterar de posto de saúde e a incompetência é tal que se perdem processos pelo caminho... Em que século é que vivemos? No século XV?...
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Filipa Moreira
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7:01 p.m.
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Até parece mentira que 2009 tenha terminado. Que ano...
Muitas emoções, muitas alterações na minha vida, muitas oportunidades e portas que se foram abrindo. O meu Supervisor disse-me uma vez que as portas só se abrem se rodarmos a maçaneta, e cada vez acredito mais que seja mesmo verdade. Foi-me dada a possibilidade de, pelo menos numa fase experimental, conhecer pessoas novas e novos métodos de trabalho, novos objectivos e novos atalhos. Não foi fácil no início, mas depois tudo ficou claro.
Há algo mais para além das nossas acções, há uma equipa na qual nos encaixamos e que dá valor a tudo. E depois há também as pessoas que constroem essa equipa. Pessoas que nos vão mudando, dia após dia, mesmo sem percebermos.
Mas 2009 terminou, e com 2010 a confirmação. Já não é experimental. Já é a sério e até estamos para receber os mais novos, que vão olhar sempre para nós como as mais velhas, como nós olhamos para as que cá estavam antes de nós.
Uma só coisa é certa: o Orgulho de vestir esta camisola!
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Filipa Moreira
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10:48 p.m.
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O mês não poderia ter começado de melhor forma. (quer dizer, até podia... Se não tivéssemos perdido a última camioneta para o Porto, mas já lá vamos)
Porque cada concerto é como se fosse o primeiro, foi uma noite única e memorável. Poucas são as palavras para descrever as imagens que se trazem de eventos assim, mas para terem uma ideia do que foi, vejam pelo final surpreendentemente enérgico e mágico (ou não estivesse a multidão em êxtase, aos saltos, a cantar a plenos pulmões, sob uma chuva/tempestade de papeis brancos).
Por muitos anos que se viva, há noites que nunca se esquecem...
A companhia foi fantástica, e até fez esquecer o frio que se sente quando se passa a noite com os sem-abrigo da Gare do Oriente. :D
Para a próxima lá estaremos de novo... Pelo menos eu!
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Filipa Moreira
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5:29 p.m.
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No meu tempo, as coisas faziam-se de forma distinta. No meu tempo, chorava todas as noites (umas de alegria, outras de tristezas), vivia, sentia. Mas os tempos mudaram, e as pessoas também, assim como os momentos. E aqueles que pareciam estar cá para ficar, vão-se, e os outros aparecem. Ainda bem. A vida, toda ela, sempre foi assim: dinâmica.
Mas a gente já não sente. No meu tempo, andávamos pela cidade à procura, muitas vezes à procura da imaginação e criatividade que teimavam em se esconder. A gente agora acha que vai encontrar tudo, enterrado num buraco ou pendurado num galho de uma árvore, e nada faz. E se isto é sentir, vou ali e já venho que me dói as costas. Mas a vida tem de ser feita, e a vida faz-se com o que há e com o que vai havendo.
A gente muda, porque a vida muda, e a sociedade muda. E contra toda essa mudança não se pode fazer nada. Pode-se tentar perpetuar o que ainda vive cá dentro (e pelos vistos sempre vai viver) e brindar, com o NOSSO eterno VINHO DO PORTO, que há-de ser sempre NOSSO, independentemente do que os Espanhóis possam fazer
E se me perguntarem o que acho, entre 11 e 33, eu acho que é impar...
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Filipa Moreira
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11:34 p.m.
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Duas horas depois... 17 valores.
Valeu a pena? Sim, valeu. Como diria Fernando Pessoa, tudo vale a pena. A mariposa que tinha sido uma lesma, que tinha rastejado pelo chão, depois de passar algum tempo isolada do mundo, não se mostrando, ganhou as suas tão merecidas asas. (Utilizando a metáfora já anteriormente criada).
É como se fosse uma fada e tivesse a minha evolução. O ingresso no Ensino Superior foi como uma matricula na Torre Nuvem. A Licenciatura equivale aos Poderes Charmix. E agora, os Poderes Enchantix. Já posso voar e sou uma fada guardiã das tecnologias Multimédia.
Muitos hão-de dizer que o mérito e a gloria de nada servem se não forem partilhados. Outros responderão "Orgulhosamente sós". No final de todas essas contas, quem tem razão é a Paula, possivelmente. Acaba até por ser frustrante, porque mais ninguém entende o significado. Parece que o mundo teima em seguir em frente e não percebe o que está a acontecer. Mas nós sabemos, e ainda que não possa ser partilhado, sabemos que é nosso e isso, para já, chega.
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Filipa Moreira
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10:51 p.m.
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Por mais anos que passem, há coisas que sabemos que nunca se irão alterar. Sempre pensei que iria ser estudante a vida inteira e, de repente, não sou. Internamente senti, a partir desse dia, que a vida nunca mais seria a mesma, que havia um mundo ao qual tinha pertencido que agora me fechava as suas portas. Um mundo negro onde entrei por acaso e onde conquistei o meu lugar. As circunstâncias da vida fazem com que as coisas mudem e, um dia ao acordar, digamos "Pronto. Acabou. Vamos lá arrumar isto no armário das recordações".
E até chegamos a arrumar mesmo no armário, como se a nossa vontade fosse mesmo essa, como se alguma vez tivéssemos dito "Mesmo que tivesse entrado, este seria o fim". Se nunca o dissemos é porque talvez não seja tão verdade, talvez não seja um desejo mas uma obrigação auto-imposta devido a um acontecimento menos feliz num percurso que (modéstia à parte) foi de sucesso, apesar de tudo. Uma ilusão fútil, que magoa e recalca tudo o que cá dentro ainda está vivo e se pretende exprimir.
Tudo o que acorda com uma simples balada, uma imagem, um comentário ou uma memória eterna. E que me faz perceber o sentimento que, aos poucos, cresce cá dentro. Por mais que tudo seja perfeito nunca será suficiente, porque há algo em falta. Algo que foi ar, alma e coração e que movia todo o ser que em mim habita. talvez seja mesmo o inútil que torna a felicidade completa. Quem sabe?
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Filipa Moreira
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2:50 p.m.
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Yes, I'm back! :D
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Filipa Moreira
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4:28 p.m.
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Sabes uma coisa? Há bem pouco tempo tomei conhecimento do valor de tudo o que deixaste quando partiste para me dares a oportunidade de ser quem hoje sou. Como é grande este reino, este Império que carrego comigo, nas mãos, no coração. De um tamanho incalculável que às vezes até a mim me dá vertigens. Deixaste-me um casarão completamente decorado, onde não tive de fazer obras, apenas mudar uns objectos de lugar. Deixaste-me uma família completamente educada onde só tenho de ensinar os meus dons pessoais.
Hoje sinto que sou maior do que a casa onde habito e que muitos chamam corpo. E maior do que todos os limites que esses muitos possam impor. Por isso sempre que busco um porto de abrigo não encontro nenhum. Pode haver um porto suficientemente grande para as minhas inquietudes e ansiedades, mas não para a minha totalidade… Porque eu sou maior do que tudo o que possam inventar. As minhas ideias são tão grandes que eles não as compreendem, julgam tratar-se de loucura e temem-nas. Nós as duas sabemos que não o são, mas às vezes não chega.
Às vezes sinto a necessidade de mais alguém o saber. Tu também a sentias, não é verdade? Mas nuca o confessaste a ninguém. Eu confesso! Sinto a falta de um terceiro, de alguém exterior a nós mas que no fundo faça parte de nós; que nos complete e que possa afagar as nossas ilusões, os nossos sonhos. Quem é esse terceiro? Tu não o encontraste. Será que eu o vou encontrar? Ou também vou ter de ir embora sem o conseguir? Será a minha sucessora a grande vitoriosa?
E continuo assim: ciente da minha grandeza mas sem ninguém com quem a partilhar. Talvez seja esse o segredo da grandeza; ser de tal tamanho que não caiba em ninguém mas em muitas pessoas ao mesmo tempo. Fragmento a minha essência e sinto-me, por momentos, completa por esses seres exteriores. Porém, depois sinto a minha falta, a falta de união e tomo consciência que só unida serei quem sou.
Não! Tu não chegaste a perceber isso… Se o tivesses percebido ainda aqui estarias. Estiveste perto e quando percebeste qual o caminho a tomar, tiveste medo e abdicaste. Fizeste nascer outra para o continuar, para o tomar como o seu caminho e guiar uma alma tão forte até ao infinito. Não te culpo por teres tido medo. Compreendo que não era esse o teu destino e aceito o destino que me deste.
Não te culpo, compreendo-te e aceito porque é o que me espera no futuro. Também eu terei medo a certa altura; esperarei compreensão de quem de mim nascer e esperarei que ela aceite o que lhe deixar. Por enquanto eu continuarei, Filipa Moreira, aquela que destronou Andreia FM depois de tantos anos. Vou continuar grande como só eu sei ser! Até que um dia tudo mude…
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Filipa Moreira
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8:22 p.m.
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Há dois anos atrás (mais ou menos) disseram-me que deveria ser eu a encontrar os erros ortográficos, erros de português, formatação simples, mas também decidir o que deveria passar e o que deveria ficar no filtro da minha consciência e profissionalismo. Passaram então dois anos. Dois anos em que o meu filtro não foi necessário, em que eu nem sabia muito bem o que andava a fazer, corrigindo um erro aqui e ali e teimando em apagar paragrafos excessivos no word.
E ao fim desse tempo, o filtro que já tinha guardado no fundo da gaveta do fundo do guarda-fatos foi solicitado. foi solicitado não porque tivesse de o ser, mas porque há pessoas no mundomais teimosas doq ue eu, e também porque ainda há pessoas que não sabem utilizar a ferramenta de contar caracteres do word. Fosse porque motivo fosse, esse filtro foi utilizado e mudou a minha forma de ver o que faço.
Há coisas que só se conseguem perceber com o passar do tempo, e isso é mais um motivo para me fazer acreditar que não vale a pena ter pressa, porque tudo leva o tempo que deve demorar e não podemos fazer nada para o contrariar...
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Filipa Moreira
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8:06 p.m.
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Porque o dia dos namorados é aquele que nós queremos e porque desde que te conheci tem sido dia dos namorados sempre (amanhã será o nosso 432º dia dos namorados). Porque mesmo que não me dês a minha prenda eu vou-te dar a tua. Porque houve muitas alturas ao longo destes dias em que me devias ter dito 'cala-te' e apenas sorriste e porque muitas mais assim vêm aí. Porque às vezes pode parecer que dou mais valor a outras coisas, mas no final é só sem ti que não sei viver. Porque até o Sol e a Lua se vão, mas tu és o que sempre fica.
Porque existes na minha vida e isso chega-me para ser feliz!
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Filipa Moreira
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11:21 p.m.
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Às vezes irrita-me. Estas coisas dão comigo em doida... Porquê? Porque é que a nossa vida evolui num sentido e, de repente, dámos connosco a pensar em coisas que pensavamos há uns anos, a sonhar os mesmos sonhos, a dizer as mesmas barbaridades? Até parece que nunca saimos do mesmo lugar. Será tal possível?
Tenho andado ocupada, por estas semanas, com o próximo número da Infernus. O XI. Que virá depois do X e antes do XII. O meu artigo ainda me deu muito o que pensar (e escrever), muito o que reclamar, mas acima de tudo muito o que recordar. Recordar um tempo em que nem sonhava com o que sonho agora, mas em que gostava de mais coisas. E com o tempo fui-me esquecendo desses amores, um por um...
Rever os outros textos também me fez lembrar. Lembrar o mesmo tempo. E deu-me a certeza que sentia saudades. Saudades das Teorias de Origem da vida na Terra, que me faziam sentir bem por saber algo de tão essencial. Saudades dos ratinhos que nasciam de uma camisa suja e de grãos de milho. Dos ingéuos e teimosos cientistas da altura. Mas também saudades de ouvir falar dos jornais históricos do mundo, que nos deram o jornalismo que temos hoje, seja ele bom ou mau, porque não é disso que quero hoje falar.
E eu? Eu sonho com o que sonhava quando era semi-puto. Sinto ainda a angustia que senti quando, no final desse ano, percebi que havia algo que não me iria acompanhar daí para a frente. Sinto falta da presença divina que me acompanhou e esteve sempre lá. E sinto a vergonha (que gosto de sentir, por mais estupido que isso pareça) que sentia, e fico com o sorriso nos lábios que ficava em dias de Inverso em que o Sol brilhava.
Não foi esta a vida que eu sempre quis para mim, mas acho que a vida me compensou pelas coisas que eu queria e não tive com outras coisas maravilhosas, que me fazem feliz e dão sentido à minha vida...
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Filipa Moreira
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11:50 a.m.
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Quando me falam em grandes produções da grade tela eu lembro-me sempre desta cena. O filme é o meu favorito. A música apesar de não ser a mais repleta de significado acaba por ser um ponto de referência para mim. Só me ocorre mais uma palavra: BRUTAL!
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Filipa Moreira
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1:22 p.m.
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por Trébas
BASTA PUM BASTA!
Uma geração que se deixa programar por XML, XSD e XSL é uma geração que nunca o foi. É um coio de desperdiçadores de tempo, de ingratos e de cegos! É uma resma de pseudo-programadores e de vendidos e só pode parir abaixo de zero!
Abaixo a Geração!
Morra o XSD, morra! PIM!
Uma geração com um XSL a formatar é um script inválido!
Uma geração com um XML a estruturar é um behavior mal aplicado!
O XML é obsoleto! O XML é meio obsoleto!
O XSL poderá utilizar HTML, poderá aplicar CSS’s, conseguirá alterar ficheiros XML, poderá ser alterado por outro XSL, poderá tudo menos funcionar num site Web que é a única aplicação que lhe damos!
O XSD pesca tanto de estrutura que até é preciso validá-lo!
O XML é um intrometido!
O XSD não se compara com a DTD!
O XSL usa tags HTML!
O XML usa nomes parvos para os elementos e atributos!
O XSD é XML!
O XSL é XML!
Morra o XML, morra! PIM!
E o XML tem apoiantes! E o XSD é validado! E o XSL incorpora HTML!
O XML é obsoleto!
Não é preciso muito para fazer asneiras, basta usar o XML!
Não é preciso muito para se ter um erro, basta trabalhar em XML! Basta não ter mais que meia dúzia de regras! Basta achar que se pode programar como nos apetece! Basta ser XSD! Basta ser XSL!
MORRA o XSL, morra! PIM!
O XML foi inventado para provar que nem todas as linguagens servem para alguma coisa!
O XSD é um documento que só manda o XML fazer aquilo que nós também mandamos… mas é preciso dar-nos mais trabalho!
O XSL é um resultado dele próprio!
O XSL em utilidade nunca chegará à genialidade do PHP e em rigor é PIM-PAM-PUM!
O XML em código é horroroso!
O XSD tem os nós mal estruturados!
Morra o XSD, morra! PIM!
O XML é o escárnio da engenharia informática!
Se o XML é uma linguagem de programação eu quero ser designer!
O XML é o pesadelo do programador! O XML é o degredo da W3C!
E ainda há quem não se esconda quando sabe que gosta d XML!
E ainda há que o utilize!
E quem lhe faça as DTD’s!
E quem pense que pode melhorar!
E ainda há quem duvide que o XML não serve para nada, e que só atrapalha, e que nem zero é!
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Filipa Moreira
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11:26 p.m.
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